Com a pandemia, muitas foram as mudanças que exigiram de nós adotar novos comportamentos e hábitos, alterando a rotina em diferentes aspectos.

Neste cenário de mudanças, um comportamento ganhou força no último ano: o interesse pelo autodesenvolvimento. Isso fez  crescer, e muito, a busca por cursos online durante a pandemia. Esse aumento foi 7 vezes maior em 2020 se comparado a 2019.

Gráfico Evolução no Tempo 2020

Imagem 1: Gráfico de Evolução no Tempo do Radar STILINGUE

Outro dado que este gráfico nos permite identificar é que houve um pico na busca por cursos online durante os primeiros meses de isolamento social, isto é, durante Abril e Maio. Nesse período, muitas organizações passaram a oferecer de forma gratuita cursos que normalmente são pagos. 

Quando observamos os principais publicadores sobre o tema, temos uma variedade de perfis, que vão desde bancos, até perfis voltados para Engenharia, Marketing e até Violão. 

Imagem 2: Gráfico de Principais Publicadores do Radar STILINGUE

Também é possível identificar que o assunto esteve quente nas redes sociais, sobretudo no Twitter (45%), onde as pessoas comentavam sobre os cursos, e no Youtube (22%) onde é possível assistir vários conteúdos sobre diversos idiomas.

Imagem 3: Gráfico de Representatividade na Internet do Radar STILINGUE

Termos relacionados

Imagem 4: Gráfico de Termos Relacionados do Radar STILINGUE

 Termos como “gratuito” reforçam a busca por conteúdos disponibilizados gratuitamente. Dentre eles, cursos voltados para a área de tecnologia são os mais quentes. Já termos como “conteúdos”, “inscrições”, “informações” reforçam o interesse dos brasileiros em entender melhor como consumir esse tipo de material.

Considerações

Diante do monitoramento do aumento da busca por termos que abrangem o universo dos cursos online, percebemos que o isolamento social provocado pela pandemia fez crescer consideravelmente a busca por essa modalidade de ensino e autodesenvolvimento, sobretudo nos meses iniciais de isolamento. Isso aponta para um novo comportamento dos brasileiros, que podem adotar essa tendência pós-pandemia, visto a sentimentalização positiva (39%) versus a negativa (19%) do termo.

Autor

Ana Letícia é formada em Jornalismo e trabalha com Atendimento ao Cliente há anos, sendo atualmente Coordenadora de Atendimento na Stilingue. Apaixonada pela área, atualmente se especializa em Gestão da Experiência do Consumidor pela ESPM. Nas horas vagas, adora cozinhar, dançar forró, pegar estrada e curtir encontros com os amigos e a família. Virginiana e atenta aos detalhes, adora revisar textos e escrever, afinal, o Jornalismo também corre nas veias.

Escreva um comentário